Drones irresponsáveis

Nas mãos de operadores inexperientes e irresponsáveis o drone pode virar uma arma letal e causar desastres que podem tirar a vida de centenas de pessoas.

 

Já sabemos que um drone quebrou o para-brisa de um carro na Austrália causando um grande acidente com feridos. Em Portugal operadores irresponsáveis estão causando o terror nos aeroportos causando pânico e sustos diários nas rotas dos aviões.

 

Há pouco tempo essas aeronaves nem eram conhecidas, hoje os drones são tão comuns que qualquer adulto já sonha com o seu. Sem falar na questão de privacidade que já foram muito divulgadas a segurança é o fator principal para uma operação com Drones, mas nem todos estão cientes das regras que a ANAC disponibilizou recentemente para os voos de RPAs no Brasil. Talvez o mais importante ainda seja que eles não podem ser operados ​​dentro de um raio de 5,5 km próximo de qualquer aeroporto.

Os perigos de voar drones perto de um aeroporto são óbvios. As consequências quando um avião que voa a uma velocidade de mais de 500 km/h e colide com um objeto que pesa pouco mais de um quilo podem ser catastróficas. Da mesma forma que as aves são uma grande preocupação com potencial de derrubar um avião, uma colisão com um drone possui o mesmo risco ou até maior, já que a bateria de lítio dessas aeronaves é inflamável.

 

Todos sabem das infinitas utilidades dos drones e seus sensores. Conhecemos várias empresas que desenvolveram estratégias de mercado inovadoras nos mais diversas áreas. Mas é necessário mais responsabilidade e bom senso nas operações com drones. Voar a menos de 30 metros acima de uma multidão, voar à noite ou acima de 120 metros de altitude são ótimos exemplos de irresponsabilidade.

As regras já foram criadas e estão sendo constantemente aprimoradas com o apoio da população e dos parceiros internacionais, porém o mais importante no momento é educar os empresários e proprietários sobre os reais riscos de operar um drone imprudentemente. Hoje é obrigatório possuir seguro com cobertura contra danos a terceiros nas operações de aeronaves não tripuladas de uso não recreativo acima de 250g, com exceção das operações pertencentes a entidades controladas pelo Estado. Além de licença, habilitação, certificado médico aeronáutico e registro de voos para aeronaves com peso máximo de decolagem de mais de 150kg.

A ideia é que os órgãos de segurança pública façam a fiscalização dos drones nas operações do dia-a-dia. Já a ANAC, fiscalizará através do Programa de Vigilância Continuada e as denúncias recebidas serão apuradas administrativamente de acordo com as sanções previstas no Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei nº 7.565/86).

 

Na falta de cursos mais especializados no treinamento de operadores e observadores essas medidas são muito bem vindas para que não ocorra nenhuma tragédia aérea no futuro.

 

Fique a vontade para comentar sobre este artigo.
Abraços,

Márcio Régis Galvão

 

 

 

Para incorporar drones na sua empresa, fale com a Dron Drones Technologies, ligue 85 2181-3865 ou 999-997-738.

 

Siga-nos: @drondrones no Instagram   |  drondrones no Facebook  |  Dron Drones Technologies no LinkedIn

 

Um ótimo voo pra você!

 

Márcio Régis Galvão é CEO na Dron Drones Technologies, Consultor e Professor de Tecnologia RPA no IFT, Instituto de Formação Tecnológica, CEO na Consultoria MRG Marketing. Atua como conselheiro de empresas na implantação de tecnologia RPAs com experiência executiva no desenvolvimento e implantação de modelos de gestão. Nos últimos vinte e dois anos tem sido consultor nas áreas de planejamento estratégico e desenvolvimento organizacional, em empresas no Brasil e nos Estados Unidos.

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque

Para reduzir impactos da pandemia, empresa usa drones para registrar isolamento social na varanda

April 13, 2020

1/10
Please reload

Posts Recentes
Please reload

Arquivo